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Bequimão nadando em dinheiro… mas o povo segue na seca

  • Foto do escritor: FOLHA DE BEQUIMÃO
    FOLHA DE BEQUIMÃO
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

O ano mal começou e o cofre da Prefeitura de Bequimão já transbordou. Sob a gestão do prefeito Zé Martins, o município recebeu nada menos que R$ 8.123.958,67 só no mês de janeiro de 2026. É isso mesmo: mais de oito milhões de reais caindo direto na conta.

Para quem gosta de comparar, o valor representa um aumento considerável em relação a dezembro de 2025. Ou seja, dinheiro tem. E não é pouco.


A maior parte dessa bolada veio de fontes bem conhecidas: o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e o FUNDEB, recursos que, em tese, deveriam garantir educação de qualidade, serviços básicos funcionando e melhorias visíveis na vida da população.

Mas aí vem a pergunta que não quer calar: onde isso tudo está sendo aplicado?

Porque, andando pelas ruas de Bequimão, o que se vê é bem menos empolgante que os números do extrato bancário. Falta serviço, sobram reclamações. Obras que não andam, problemas antigos que continuam os mesmos e uma gestão que parece ter dificuldade em transformar milhões em resultados concretos.


É curioso como o dinheiro chega, mas os benefícios não acompanham o mesmo ritmo. A sensação é de que Bequimão vive um verdadeiro milagre financeiro — pena que só dentro da contabilidade.


Com tantos recursos disponíveis logo no início do ano, o mínimo que a população espera é trabalho, transparência e serviços funcionando. Afinal, mas de R$ 8 milhões não deveriam render apenas discursos bonitos e postagem no Instagram, mas ações reais.


Enquanto isso, o povo segue esperando que, em algum momento, essa “gestão promissora” saia do papel, das redes sociais e apareça na vida real. Porque dinheiro público parado — ou mal utilizado — não resolve problema nenhum.

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