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Zé Martins tenta terceirizar o caos da sua administração

  • Foto do escritor: FOLHA DE BEQUIMÃO
    FOLHA DE BEQUIMÃO
  • 27 de mar.
  • 2 min de leitura

Após mais de 14 anos sob a administração da família Martins, será que Bequimão vai decretar falência?


O prefeito Zé Martins publicou uma nota nas redes sociais afirmando que a prefeitura passa por um momento financeiro delicado, com risco até de atraso no pagamento dos servidores. Segundo a nota, parte dos problemas seria consequência de gestões anteriores, especialmente de antes de 2013.


Mas esse argumento não foi aceito pela população de Bequimão. Afinal, depois de tanto tempo no comando, ainda faz sentido colocar a responsabilidade em administrações do passado?


Outro ponto que chamou atenção na nota foi a justificativa envolvendo o pagamento de precatórios. O prefeito afirmou que essas dívidas poderiam impactar áreas importantes, como a manutenção das escolas e a merenda escolar.


No entanto, é importante lembrar que os recursos do Fundeb têm destino específico. Por lei, esse dinheiro deve ser usado exclusivamente na educação básica. Cerca de 70% é destinado ao pagamento dos profissionais da educação, enquanto os outros 30% devem ser aplicados em melhorias, como reformas de escolas, compra de materiais, transporte escolar e estrutura adequada para alunos e professores.


De acordo com dados recentes, o município de Bequimão já recebeu do FUNDEB mais de R$ 7,6 milhões entre janeiro e março de 2026. Isso indica que haveria recursos suficientes para investir mais de R$ 2 milhões na melhoria das escolas, caso o dinheiro estivesse sendo aplicado corretamente.


Diante disso, fica a dúvida: onde estão os resultados desses investimentos?


Os servidores, estão cobrando apenas seus direitos. E transformar essas cobranças em problema, em vez de buscar soluções, pode soar como falta de compromisso com os bequimãoenses.


No fim das contas, o que a população espera não são explicações, mas resultados concretos.




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