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Funcionário do ferryboat São Gabriel morre após passar mal no terminal da Ponta da Madeira

  • Foto do escritor: FOLHA DE BEQUIMÃO
    FOLHA DE BEQUIMÃO
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Uma situação grave registrada na manhã desta quarta-feira (20), no terminal da Ponta da Madeira, em São Luís, terminou de forma triste e voltou a levantar questionamentos sobre a estrutura de atendimento de emergência nos terminais de ferryboat do Maranhão.


Segundo informações apuradas pela Folha de Bequimão, o ferryboat São Gabriel se preparava para realizar a primeira viagem do dia, enquanto acontecia o embarque de veículos e passageiros, quando o imediato da embarcação passou mal.


Relatos apontam que o funcionário pediu para ir ao banheiro e acabou desmaiando no local. A suspeita inicial era de que ele tivesse sofrido um infarto.


O que mais chamou atenção foi a falta de suporte imediato no terminal. De acordo com testemunhas, não havia ambulância do Corpo de Bombeiros nem equipe preparada para prestar os primeiros socorros no momento da emergência.


Ainda segundo informações, um passageiro que é médico iniciou os primeiros atendimentos até que uma ambulância que já estava embarcada no ferryboat, com destino à Baixada Maranhense, fosse utilizada para socorrer o funcionário. Ele foi levado para um hospital em São Luís.


Horas depois, veio a confirmação de que o funcionário não resistiu e morreu.


O caso gerou revolta entre passageiros e trabalhadores, principalmente pela ausência de uma estrutura mínima de emergência em um local que diariamente recebe centenas de pessoas.


A situação reacende um debate antigo: como um terminal de grande movimentação pode funcionar sem ambulância de prontidão para casos graves? Outra preocupação levantada é sobre a preparação das próprias embarcações para lidar com emergências médicas durante as viagens.


Muitos passageiros também questionam se não deveria existir uma equipe treinada em primeiros socorros em todas as tripulações, principalmente diante dos riscos enfrentados diariamente por trabalhadores e usuários do transporte aquaviário.


Até o momento, não houve posicionamento oficial sobre o caso.

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