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Crise no ferryboat: problemas se repetem e população paga a conta

  • Foto do escritor: FOLHA DE BEQUIMÃO
    FOLHA DE BEQUIMÃO
  • há 1 hora
  • 1 min de leitura

Mais uma vez, o ferryboat Cidade de Araioses voltou a apresentar problemas e está fora de operação, causando transtornos para quem depende da travessia entre Terminal da Ponta da Espera e Terminal do Cujupe.


A situação, que já virou rotina, deixa claro um problema antigo que parece não ter solução. Com a embarcação da Servi Porto fora de serviço, apenas três ferryboats estão operando — número insuficiente para atender a grande demanda de passageiros.


Desde o último domingo (15), viagens importantes simplesmente deixaram de acontecer, incluindo horários como 3h, 10h e 15h30. O resultado? Filas enormes, atrasos e muita revolta de quem precisa trabalhar, estudar ou resolver compromissos.


Hoje, apenas embarcações da Internacional Marítima e o ferryboat São Gabriel, da Henvil, seguem operando — e mesmo assim, claramente não conseguem dar conta da demanda.


O problema é que essa não é uma situação isolada. Falhas constantes, falta de manutenção e pouca oferta de embarcações mostram um sistema sobrecarregado e, ao que tudo indica, sem planejamento eficiente.


Quem sofre é sempre a população, que enfrenta horas de espera, incerteza e prejuízos no dia a dia. Enquanto isso, a solução parece sempre ficar para depois.


Fica a pergunta: até quando os usuários vão continuar enfrentando esse tipo de situação sem uma resposta concreta e definitiva?

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