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AQUI É BEQUIMÃO. De negligência a acúmulo de cargos no hospital de Bequimão. São essas as mais novas denúncias feita no MP

  • Foto do escritor: FOLHA DE BEQUIMÃO
    FOLHA DE BEQUIMÃO
  • 16 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 16 de set. de 2025

Nos últimos dias, a cidade de Bequimão tem sido palco de sucessivos escândalos nacional, relacionados ao hospital municipal. Após a prisão em flagrante de um falso médico que atuava na unidade de saúde, começaram a vir à tona os graves prejuízos causados à população.


Nesta segunda-feira, 15, uma mãe quilombola procurou o Ministério Público local para denunciar o hospital por suposta negligência médica.


Segundo seu relato, em diversas ocasiões buscou atendimento para sua filha de apenas nove meses, sendo que em pelo menos uma dessas vezes a criança foi examinada pelo falso médico.


Ainda conforme o depoimento da mãe, um dos profissional teria afirmado que a febre de 40ºC apresentada pela bebê seria decorrente apenas da troca de dentes, receitou medicamentos e a liberou para casa. O quadro clínico da criança, entretanto, se agravou, e somente depois o hospital decidiu transferi-la para outra unidade. No entanto, a bebê não resistiu e faleceu.


Inconsolada, a mãe pede justiça e exige que os responsáveis — tanto pela atuação do falso médico quanto pela omissão institucional — sejam devidamente punidos, para que tragédias como esta não se repitam no município.


Na mesma ocasião em que foi formalizada a denúncia da mãe quilombola, o advogado Dr. Cesar Cantanhede também protocolou representação no Ministério Público de Bequimão. O documento aponta a ocorrência de acúmulo irregular de cargos dentro do hospital municipal.


Segundo a denúncia, há casos que pessoas ocupam simultaneamente dois ou mais cargos no hospital, um flagrante violação aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade administrativa e incompatibilidade de funções públicas.


O pedido de investigação busca que o Ministério Público apure não apenas a legalidade das nomeações, mas também possíveis repercussões nos atos administrativos e nos serviços de saúde prestados à população, já abalados pelos recentes escândalos.



 
 
 

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