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A estratégia de Carlos Brandão para tirar Felipe Camarão da corrida para o governo do Maranhão em 2026

  • Foto do escritor: FOLHA DE BEQUIMÃO
    FOLHA DE BEQUIMÃO
  • 11 de jun.
  • 1 min de leitura
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O governador Carlos Brandão (PSB) já tomou sua decisão: permanecerá no cargo até o fim do mandato, em dezembro de 2026, e não abrirá espaço para que o vice, Felipe Camarão (PT), assuma o governo. A informação foi revelada pelo jornalista Yuri Almeida, do site Atual7, e tem provocado movimentações nos bastidores da sucessão estadual.


Com a permanência de Brandão no cargo, o nome que contará com o apoio do Palácio dos Leões será o do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), sobrinho do governador. O movimento é visto como uma estratégia clara de enfraquecimento de Camarão, retirando-o da linha de sucessão direta e da vitrine do governo.


Ainda segundo o Atual7, a articulação inclui conversas avançadas para que a deputada estadual Iracema Vale (PSB), atual presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão e ex-filiada ao PT, retorne ao partido e componha a chapa como vice-governadora. A entrada de Iracema, uma aliada de Brandão com forte influência política e aprovação entre os deputados estaduais, garantiria o espaço do PT na chapa majoritária, ao mesmo tempo em que esvaziaria o protagonismo de Camarão na disputa de 2026.


Nos bastidores, petistas tentam manter o nome de Cricielle Muniz, diretora-geral do IEMA, como alternativa. Mas a preferência do núcleo palaciano pela deputada fortalece a tese de uma sucessão costurada com base no controle de Brandão, deixando Camarão em rota de colisão com o próprio partido.



 
 
 

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