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Brandão teme aliança entre Camarão e Braide e vê projeto familiar sob risco no Maranhão

  • Foto do escritor: FOLHA DE BEQUIMÃO
    FOLHA DE BEQUIMÃO
  • 19 de mar.
  • 1 min de leitura

O cenário político do Maranhão entra em fase decisiva com a proximidade do prazo de desincompatibilização, em 4 de abril. Nos bastidores, cresce a tensão no entorno do governador Carlos Brandão diante de um cenário considerado sensível: a possível aliança entre o vice-governador Felipe Camarão (PT) e o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).


A eventual união é vista como uma ameaça direta ao grupo governista, especialmente após o lançamento da pré-candidatura do secretário estadual Orleans Brandão, sobrinho do governador, apontado como nome do grupo para a sucessão.


Apesar da mobilização no evento de lançamento, realizado com forte estrutura de máquinas públicas, ausências de lideranças políticas importantes chamaram atenção, como a do presidente nacional, Baleia Rossi, e de sarneysistas de destaque, indicando cautela e possível distanciamento dentro da base.


Enquanto isso, Braide mantém sinais claros de pré-campanha digital, ainda sem oficializar saída da Prefeitura, e Camarão segue reafirmando sua pré-candidatura pelo PT, em meio a um grande desgaste na relação com o governo por conta de rompimento de acordos.


Nos bastidores, a possibilidade de aproximação entre os dois é tratada como um movimento de alto impacto, capaz de redesenhar a disputa eleitoral no estado.


Com o prazo se aproximando, decisões estratégicas podem ser tomadas a qualquer momento. E o que hoje é articulação pode se tornar realidade em poucos dias.


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